sábado, 9 de maio de 2009

Á minha mãe...

Á minha mãe Erica

Mãe, o que mais queria nesse dia das mães é estar ao vosso lado, dando aquele abraço na Senhora, no Pai e na Ana, comemorar todos juntos,desejando um abençoado dia das mães .

Porem a distância impede que isso ocorra, mas mesmo assim demonstro através dessas escritas algo que do fundo do coração sinto a alegria de ser filho e irmão de vocês meus queridos.


Mãe, do profundo sentimento, das intensas preocupações, do conhecidmento geral de seu filho, mãe, pessoa amável que tem o dom de gerar um ser, e graças ás mães que consigam receber toda as alegrias transmitidas de seus filhos.

MÃE...que na presença constante me ensinou na pureza do seu coração a vislumbrar caminhos...MÃE...dos primeiros passos, das primeiras palavras...MÃE...do amor sem dimensão, de cada momento,dos atos de cada capítulo de minha vida não ensaiados, mas vividos em cada emoção...MÃE...da conversa no quintal, do acalanto do meu sono aquecido de amor, aninhada em seu coração... MÃE ...do abraço, do beijo que levo na lembrança...MÃE...é você que me inspira a caminhar...MÃE...a presença de cada passo que o tempo não apaga: por mais longo e escuro que seja o caminho, haverá sempre um horizonte...MÃE...Mulher a quem devemos a vida,que merece o nosso respeito,nossa gratidão e nosso afeto. Mãe amo você























Vocês são fundamentalmente importantes para mim. Me ensinaram os mais sólidos e bonitos valores de um ser humano, e com certeza souberam desempenhar o papel de pais, pois Eu e a Ana Somos gratos por tudo que fizeram.



Saudações de vosso filho que logo estará voltando



Leonardo José Hermes de Oliveira.

Braga Portugal.

Londres 2

Troca da Guarda em Londres

Logo que acordamos depois do café britânico, pegamos o metrô (a propósito muito boa a rede britânica de metrô) e seguimos direção ao Buckingham Palace, a casa real da Coroa Britânica, pois sabemos que a Inglaterra é um país com a Monarquia parlamentalista como forma de governo e alem de ser o primeiro ministro, o qual toma as maiores decisões todos são aceitos e levados em conta a opinião da monarquia. A simpática Rainha da Inglaterra Elisabeth II, é uma peça muito fundamental para a nação Inglesa como para relações internacionais da Inglaterra com o mundo. Assim que chegamos no Palacio Real já logo avistamos a troca da guarda que mais em forma simbólica mantém a soberania e a especifidade dos protocolos de troca de guarda, que são observados por muitos turistas, ocorrem duas vezes por semana as onze da manhã, hora em que quando a Rainha Elisabeth esta disposta aparece na janela de sua mansão e toda troca é a mesma cerimônia. Os guardiões que vão ficar no próximo “plantão” vem em Marcha com a Banda Real, ao som de musicas inglesas de guerra, e quando postos de frente com os que estão saindo do “plantão”, cantam o emocionante Hino Inglês “God save the Queem” com a tradução exata de “Deus , salve a Rainha”, no qual em sua letra além de saldar a rainha o povo pede muitos anos de governância e sempre mais simpatia para com a nação inglesa e assim carismando cada vez mais o povo inglês. Depois da troca feita, a cavalaria real sai detrás do palácio em direção ao Principal Street(Arcada Principal com um portão no meio, no qual quando a Rainha está em casa encontra-se fechado e quando não está encontra-se aberto. Fomos em direção também do arco e no meio do caminho passamos perto do Hard Rock Café LONDON, rede de bar esta que tem no mundo todo. Logo após ter presenciado toda aquela demonstração de patriotismo seguimos passeio, queríamos ir ainda no Meridiano de Greenwich naquele dia, mas resolvemos seguir para os museus sendo o primeiro o Museu da história Natural.
Conhecer o museu da história natural foi uma aula de história fantástica, pois conhecemos desde os ossos de dinossauros ,os animais petrificados, as criaturas mais esquisitas da face da terra e tudo isso através de visita nos objetos e com interatividade das pessoas que aprendiam com a prática sobre o que estavam vendo, como foi ou ocorreu e como será a evolução em contexto geral e global das diversas coisas que vimos, (por exemplo vimos um rosto humano perfeito feito de plástico, e uma reconstrução exata de como seriam os jardins suspensos da babilônia hoje levando em conta a evolução das coisas e a tecnologia (por sinal seria um paraíso) e também um cópia exata de um Sauro-Rex com movimentos reais. O tempo passou muito rápido e quando vimos tínhamos que ir para o meridiano para ainda pega-lo de dia, e no caminho do metrô, nos deparamos com a magnífica estrutura da Cathedral Saint Paul, o que nos emocionou muito, toda aquela estrutura que serviu de palco para alguns dos casamentos reais e as coroações não só da Inglaterra porem da Grã- Bretanha, toda aquela catedral e sua riqueza histórica e cultural é fantástica. Descemos as estações de metrô e fomos ao meridiano de Greenwich, quando chegamos já era noite, mas mesmo assim aproveitamos bastante, pois o meridiano estava bem á vista, existia uma luz imaginária que passava sobre nós e dividia o mundo em ocidente e oriente, era muito legal, pois tudo aquilo que havia estudado a tempo atrás, estava em minha frente, a linha imaginária que torna as coisas a ponto de vista humano tão longe, pensar em oriente lembrava somente e especialmente China e Japão, o que agora já sei que oriente e ocidente se divide em uma linha imaginária que corta o céu de Londres afirmando as distancias em milhas de lugares no ocidente como Nova York, São Paulo, Buenos Aires, Caracas, Cidade do México entre outras e oriente como Berlim, Praga, Hong Kong, Taiwan, Pequim e Tóquio. Vendo aquela linha verde, queria abrir os braços e ficar metade em cada parte do mundo, o que fez com que sentisse um sentimento muito bom e agradável, com a bela vista da cidade ou fundo e da University of Greenwich. Estava escurecendo e acabando o penúltimo dia dos 5 de viagem a fantástica cidade de Londres.
Voltando ao hostel passamos novamente ao rio Tâmisa e avistamos o esplendoroso Parlamento e o Big Bem , a seguir fomos descansar, pois gostaríamos de antes de voltar ao Porto conhecer o Famoso British Museum, passeio esse que para encerrar com chave de ouro Londres contarei no próximo artigo.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Londres parte 1


Londres , a cidade que marca por vários filmes e séries, na minha época de criança, cenas e cenários do filme 101 dálmatas, Um local chamado Nothing hills, entre outros, ate então que estavam apenas em minhas imaginações, as características da cidade que partiram da revolução industrial ao crescimento urbano, todas essas emoções vou contar um pouco hoje.
Saímos do Aeroporto Sá Carneiro em Porto destino ao Aeroporto Stanted London na mesma cidade do nome, cerca de 50 km de Londres. A viagem foi bela, com vários lugares avistados do alto, como o Canal da mancha (canal esse que divide França e Inglaterra e Inglaterra da Europa, visto que é uma ilha). E se aproximando de Londres avistávamos as propriedades rurais muito belas que em contraste com as nuvens nos dava um belo presente ; a tão bela vista do todo que abrange Londres e seus arredores. Desembarcando vinha a burocracia “passar pela imigração”, eles deixam os turistas muito apreensivos, qualquer motivo a solução e deportar, e são muito sérios em seus trabalhos é muito o sistema tradicional sem excesões é ou não é , pode ou não pode entrar na Inglaterra; e foi assim , depois de uma bateria de perguntas e meios de comprovações , como estava tudo ok com os documentos me liberaram e seguimos destino centro de Londres.
Chegando no centro, desembarcamos na Liverpool Street, rua essa muito perto do centro financeiro e por sinal muito movimentada ,aproveitamos para trocar de câmbio, pois aqui em Portugal a moeda é o Euro e na Inglaterra a moeda é a Libra Esterlina, que no dia estava 1 euro para 0,96 cent.de libra, mais ou menos ums R$3,60 por uma libra. Nossa a emoção era tremenda que nem parecia verdade. A cidade é muito linda, porem os edifícios que até então eu via, não se parecia com a Londres do Tâmisa e do Big Bem e sim uma Metrópole de grandes arranhas céus, e edificações ultra-modernas. A princípio obtivemos certa dificuldade com o inglês, pois o qual aprendemos no Brasil é o inglês americano, o que dificultou em alguns momentos. (principalmente quando perguntamos onde há uma estação de metrô?, Where is a subway? E ficamos surpresos com as respostas que sempre nos apontavam em uma lanchonete da subway rede mundial, aí descobrimos que o subway,( metrô americano )devíamos chamar de Underground na Inglaterra.
Bom chegando ao UNDERGROUND, pegamos o metrô em direção ao nosso hostel em um bairro Hippie e alternativo de Londres. O Candew Town, optamos por esse local, devido suas conhecidas feiras e famosos barzinhos, os quais serviram de iniciação para grandes grupos que marcaram história , como Beatles entre outros. Chegando no hostel, fizemos a entrada e descansamos, pois no próximo dia queríamos conhecer a real Londres, dos locais mais visto por todos, no centro histórico inglês.
Amanhecendo, depois de apreciar o verdadeiro café britânico ( café com leite, cereais, torrada com geleias inglesas de Jerry and Peach, (pêssego e cereja) e chá) seguimos com metrô ate a estação de Waterloo. Chegando na estação já estávamos no que realmente queríamos. De frente para o Big Bem, e ao lado do Rio Tâmisa percebia que todas aquelas imagens de apenas ficavam em minha memória, realmente existiam, e era muito bom conhece-las. Era um sentimento, de quão grande e quão próximo o mundo é.
Com estilo todo anglicano o Big Bem ao lado do Parlamento, se destaca no meio de tudo, e com o Rio Tâmisa e a Catedral Abhadia complementam a apreciação. E com a London Eye(uma das maiores rodas gigantes do mundo) em frente de todos esses pontos, se torna uma apreciação a mais no centro histórico de Londres .
Londres que teve uma história muito marcante na questão social humana, quando falamos da revolução industrial, episódio que teve inicio na região e que com a procura da mão de obra para suprir as necessidades impostas pela revolução e pelas industrias, cresceu desordenadamente as cidades e diminuiu a população dos campos. Como estávamos perto, fomos da Ponte em frente ao Big Bem ao Museu da Guerra. Um museu que esta instalado em uma casa de força militar inglesa, no centro de Londres, local muito importante para arquivos históricos de guerras e grandes desentendimentos internacionais. Logo após o museu seguimos destino ao Picadilly Street, a rua mais famosa de Londres( é uma versão da Times Square em Nova Iorque), no qual encontramos as mais famosas e procuradas lojas inglesas, bem como americanas, italianas e outras, vendendo distintos produtos. Já a noite depois de aproveitar a Picadilly, seguimos em direção á London Bridge, ( a famosa ponte de Londres a qual quando um Barco grande vai ultrapassar, a ponte se abre permitindo sua passagem), a ponte é indiscrítivel e a noite ainda mais, pois com as luzes da cidade refletindo no rio abaixo da ponte, e a prefeitura de Londres com sua característica muito moderna, nos deixava muito encantados. Cansados do dia bem aproveitado em Londres, (depois de comer um famoso Nuggets, uma rosca com massa de sonho coberto com chocolate) seguimos para o hostel e descansamos pois no próximo dia iríamos ver a troca de guarda da Rainha Elisabeth II.