domingo, 7 de junho de 2009

Verona e Veneza

Sempre na história, a cidade de Verona, teve um importante papel, para o romantismo trágico. E conhecer toda essa história rendeu fotos e conhecimentos. Foi em Verona, que Shakespeare idealizou uma de suas maiores e inesquecíveis histórias. Romeu e Julieta. A história escrita pelo famoso Willian, baseada em um lenda local, conta a história de duas famílias rivais politicamente e por motivos do destino seus filhos acabam se apaixonando, e toda a história se desenvolve dentro das muralhas da cidade antiga de Verona. Essa cidade medieval, ate hoje relaciona a história com o faturamento municipal, visto que a maior fonte de renda da cidade é por causa da história de Romeu e Julieta e dos passeios guiados nos lugares famosos e belos da cidade, os quais foram especialmente e com riqueza em detalhes apresentadas por Shakespeare em suas obras. Conhecer a casa que passa toda a história foi muito interessante, esta na casa localizada no centro da cidade o local o qual os enamorados ou os apaixonados, para jurar amor eterno fixam bilhetes com os nomes ou até mesmo escrevem ficando gravado nos murros da residência oficial da família scapuleto (família de Julieta). Esta localizada também em Verona a famosa Ponte Pietra, que é muito conhecida pois para jurar amor eterno, os recem casados cadeaiam um cadeado em uma corrente localizada na ponte e lançam as chaves no rio( simbolizando o amor eterno , e a união infinita), mais a frente encontramos a grande arena de Verona, um anfiteatro romano, dos mais conservados e com um local privilegiado, ocorre na Arena de Verona, os mais famosos shows líricos e de opera, como Andrea Bocelli, Sarah Brightman, e foi palco já de célebres tenores como Pavarotti, José Carreras e Plácido Domingos. Conhecer Verona foi uma das coisas mais belas do passeio, com toda a história relacionada e com tantas pessoas apaixonadas, Verona fica sendo um das cidades mais apreciadas e frequentadas da Itália. Saímos de Verona em Direção a Veneza. Nossa, Veneza, a cidades dos canais, das grandes elaborações arquitetônicas, do Gepeto criador do Pinóquio,e dos monumentais e inesquecíveis bailes venezianos e todas as mais belas máscaras. Chegando em Veneza o cenário mudava de tudo que já havia visto. Diferente de qualquer outra cidade do mundo, Veneza ao invés de ruas e grandes avenidas, tem corregos e grandes canais que passam ao meio a cidade, ou melhor dizendo a cidade é construída ao meio do mar. Ao lugar dos táxis, carros e metrôs a cidade conta com uma organizada frota de barcos e aos turistas as famosas gôndolas. Assim que chegamos em Veneza, e seguimos em direção a Ponte Rialto e depois a Piaza São Marcos, fomos pelas pontes ligadas de uma habitação a outra e de vez em quando encontrávamos um local um pouco mais aberto, o que dificultava entender o mapa e a verdadeira localização nossa, tendo em vista que o destino era na outra ponta do conjunto de ilhas que chegamos. Depois de um certo tempo analisando o mapa e tomando o rumo certo, chegamos na Ponte Rialto ( a ponte é famoso por ser a maior de Veneza e com lojas em cima dela mesma, com todas aquelas escadas e com tantas lojas em cima mesmo da ponte , percebíamos que o espaço era tão reduzido dentro da cidade que as lojas foram construídas sobre a ponte, pois é sobre a ponte e em cima dela o local de maior espaço dentre todos os outros que havíamos estado da cidade Foi na Ponte Rialto que Madonna filmou seu clip "like a Virgin"). Bom logo depois da Ponte entramos no labirinto novamente, porem agora já havia sinalização. Se aproximando da grande Piaza encontramos uma grande feira no meio da ruela mesmo,( foi o local que encontrei o pinóquio e suas mais diversas apresentações ( em caneta, em miniatura, em boneco grande de madeira e de tecido) de todos os tipos os pinóquios enchem os olhos das crianças, que encontram na história uma moral muito apreciável, de que mentindo cresce o nariz, e como ninguém quer ter o nariz de pinóquio se tornam obedientes) é fácil voce encontrar uma criança comentando sobre o pinóquio, ainda mais em Veneza,a cidade onde morou o criador dele o Gepeto. Seguindo em frente chegamos na famosa e grandiosa Piaza São Marcos, que não imaginava ser tão grande. O que em outros lugares são muito estreitos na praça central toda a visão muda, podemos encontrar a grande catedral de São Marcos e o grande pilar observatório cuja a visão é deslumbrante. Veneza é uma das cidades mais diferentes que já estive e também uma das cidades cuja beleza se traduz em história, e todo ponto podemos descobrir a bela história ocorrida . Veneza esta com um problema sério, cada ano o nível da agua de todos os seus canais estão subindo, devido ao aquecimento global e o derretimento das geleiras, e como se não bastasse toda a região de Veneza sofre de invasões marítimas frequentes cuja do ano de 2006, passou de 1 metro e 50 cm acima do nível zero da cidade. Com todo os problemas naturais colocamos a mão na consciência e tentamos desenvolver nossa cidadania e assim sendo respeitando nosso meio ambiente para as futuras gerações. Conhecer essas duas cidades foi inesquecível e com certeza sempre ficarão na recordação. Continuamos em Roma.

Itália, o berço de várias culturas.





Conhecer a Itália, foi sempre um sonho. Toda a cultura que via nas novelas de época como Esperança e Terra Nostra, sempre me encantava, toda a arquitetura, a gastronomia, as histórias desta terra que a mim ficará sempre na memória.
O percurso no Italia foi de 10 dias, e foi visitadas 8 cidades com belos lugares e imagens que parece pintadas a mão.
Saímos de Porto em direção ao Aeroporto Internacional de Bergamo em Milão, e assim que íamos chegando a vista ia se contemplando com o mar mediterrâneo, e a primeira cidade avistada Gênova.
Se aproximando do Aeroporto, a cenário que víamos era os grandes parrerais de uva, e as belas propriedades italianas, com a cultura toda direcionada as técnicas
de vinicultura.
Chegando em Bergamo, pensamos que iríamos encontrar aquela dificuldade com o italiano, o que não ocorreu pois todos falavam inglês. Já por outro lado, saindo do Aeroporto, o negócio mudava. Já nem tudo ou quase nada entendíamos; com o dialeto Itali no norte da Itália, até o italiano que já é difícil para nós ficava mais difícil ainda.
Chegamos na estação de trem, por sinal muito certos os horários e totalmente garantidos, são geridos por tempo automático. Pegamos o trem saindo de Bergamo e seguimos para Vicenza, uma bonita cidade na qual a minha prima mora. O caminho é muito belo, com grandes montanhas e ao fundo os Alpes suíços, uma paisagem que parece que recordo agora que escrevo, aqueles rios claros, muito limpos, e ao fundo toda a beleza do lago de Garda, no extremo Norte italiano, todas aquelas belezas se traduziam em alegria, pois estava chegando na casa de minha prima, e como já estava mais de oito meses fora de casa, ela é a única pessoa mais próxima que eu viria dentre todo esse tempo. Chegando em Vicenza, encontrei meu primo e fomos para a casa deles.
Foi muito legal chegar "em casa", pois me senti como se estivesse em casa. A cidade se chama Isola Vicentina, uma pequena cidade aos arredores de Vicenza (já maior com 130.000 habitantes). A cidade é toda murada, e medieval, pertencia ao monarca Lombard League e tem muitas histórias. Foi em Vicenza que encontrei a estátua memorial de Giuseppe Garibaldi, esposo da heroína de dois mundos a nossa Anita Garibaldi, a qual tem um cidade em homenagem a ela e a mesma cidade a qual sou natural. Anita Garibaldi Santa Catarina.
Dentre as histórias da região, fiquei surpreso em saber, que o momento que os idosos mais relembram foi o da segunda guerra mundial, no qual viviam escondidos nos porões das igrejas e porões ocultos dentro de residências, pois tinham que se proteger do frio, e das tropas, que lutavam constantemente por território e por poder.
Foi muito interessante, conviver perto a perto com a cultura local. Provei os diferentes e indescritíveis pratos a venetiana ( região do Vêneto), os quais partem de um ingrediente principal os fungi ou cogumelos. ( com as constantes guerras eras os únicos vegetais que plantavam e não eram saqueados) os fungi são apresentados de diversas formas, como prato principal, como aperitivo e também em algumas pós refeições. Dos 10 dias na Itália vivenciei 4 na cidade e com o auxilio de minha prima pude conhecer muitos lugares belos com grandes histórias. Saímos de Vicenza já com meus amigos juntos e seguimos nosso trajeto pela Itália. Viajando de trem e aproveitando todos os lugares aos pretendo contar nas próximas semanas . O mais novo e inesquecível trajeto que fiz. ITALIA.

British Museum




Entre os maiores do mundo, atrás apenas do Louvre de Paris, o British Museum conta com um acervo de milhares de exemplares de objetos vindos, dos quatro cantos do mundo. O museu Britânico é um marco essencial e fundamental para a história Inglesa, Europeia e Mundial. Esta neste museu parte da entrada central ainda em Mármore do Partenon dos Deuses Gregos de Atenas, um acervo de múmias egípcias a famosa Pedra de Roseta entre outras mil belezas que somente o museu Britânio mantêm. Assim que chegamos no museu, nos deparamos com o esplender do modernismo, o Museu que se tornou gratuito e aberto ao público em geral, não apenas para estudiosos em 1759, mantêm suas características antigas e ao mesmo tempo históricas, e em seu interior conta com um grande projeto modernístico que além de fechar a parte externa, modernizou as fachadas internas para saída e instalou várias lojas dentro do próprio museu, no qual podemos desde tomar um café até mesmo comprar souvenirs de lembranças. Dos destaques do Museu, podemos incluir a Pedra da Roseta, uma pedra que escrita em Grego e em outras duas línguas até então indecifráveis, decreta a soberania de um rei em um povo e as obrigações e de seus escravos, foi de grande avalia para os estudos aprofundados dos idiomas greco(derivados) e da história da cidade perdida de Alexandria, visto que a Pedra foi encontrada pelo exército de Napoleão em suas conquistas perto do Egito, e sendo na Época o Museu britânico o único a manter descobertas e ao mesmo tempo ter maior proteção das peças, enviaram via navio em 1801 do Egito para Londres. Por segundo plano destaco as Múmias egípcias. Desde suas descobertas nas Pirâmides do Egito, e suas exposições públicas nos diversos museus do mundo, no museu britânico , sempre só tende a crescer especialmente o número de visitantes, devido o interesse nas histórias e no papel fundamental das múmias nas descobertas de métodos rudimentares de vida em um época que ainda as tecnologias não existiam e se caso as múmias não fossem descobertas jamais viriam a tona toda a cultura egípcia. Estar de frente para toda a história grega também rendeu sentimentos belos, a grande estátua de Zeus, afirmava para quem perguntava, todo o esplendor e a superioridade de um Deus em uma cultura. O Museu Britânico abriga mais de seis milhões de objetos de todos os continentes, ilustrando e documentando a história da cultura humana de seus primórdios até o presente. Sendo palco de apresentações culturais, aulas educativas, visitas guiadas, local de entretenimento. Acho que dentre todos os museus do mundo o British Museum, se mantém ainda como um dos únicos com identidade Nacional, que é um dos únicos museus do mundo no qual o recorde de publico é oriundo de seu próprio país. "Via muitos britânicos, e toda a quantia nem se comparava , já, com o grande número de turistas estrangeiros. Conhecer o British Museum, foi fundamentalmente importante para encerrar com chave de ouro a viagem a Londres. Essa cidade que ficou na minha memória e com certeza tendo um segunda oportunidade não perco tempo. Respirar ares Londrinos nos faz bem.