Conhecer a Itália, foi sempre um sonho. Toda a cultura que via nas novelas de época como Esperança e Terra Nostra, sempre me encantava, toda a arquitetura, a gastronomia, as histórias desta terra que a mim ficará sempre na memória.
O percurso no Italia foi de 10 dias, e foi visitadas 8 cidades com belos lugares e imagens que parece pintadas a mão.
Saímos de Porto em direção ao Aeroporto Internacional de Bergamo em Milão, e assim que íamos chegando a vista ia se contemplando c
om o mar mediterrâneo, e a primeira cidade avistada Gênova.
Se aproximando do Aeroporto, a cenário que víamos era os grandes parrerais de uva, e as belas propriedades italianas, com a cultura toda direcionada as técnicas
de vinicultura.
Chegando em Bergamo, pensamos que iríamos encontrar aquela dificuldade com o italiano, o que não ocorreu pois todos falavam inglês. Já por outro lado, saindo do Aeroporto, o negócio mudava. Já nem tudo ou quase nada entendíamos; com o dialeto Itali no norte da Itália, até o italiano que já é difícil para nós ficava mais difícil aind
a.
Chegamos na estação de trem, por sinal muito certos os horários e totalmente garantidos, são geridos por tempo automático. Pegamos o trem saindo de Bergamo e seguimos para Vicenza, uma bonita cidade na qual a minha prima mora. O caminho é muito belo, com grandes montanhas e ao fundo os Alpes suíços, uma paisagem que parece que recordo agora que escrevo, aqueles rios claros, muito limpos, e ao fundo toda a beleza do lago de Garda, no extremo Norte italiano, todas aquelas belezas se traduziam em alegria, pois estava chegando na casa de minha prima, e como já estava mais
de oito meses fora de casa, ela é a única pessoa mais próxima que eu viria dentre todo esse tempo. Chegando em Vicenza, encontrei meu primo e fomos para a casa deles.
Foi muito legal chegar "em casa", pois me senti como se estivesse em casa. A cidade se chama Isola Vicentina, uma pequena cidade aos arredores de Vicenza (já maior com 130.000 habitantes). A cidade é toda murada, e medieval, pertencia ao monarca Lombard League e tem muitas histórias. Foi em Vicenza que encontrei a estátua memorial de Giuseppe Garibaldi, esposo da heroína de dois mundos a nossa Anita Garibaldi, a qual tem um cidade em homenagem a ela e a mesma cidade a qual sou natural. Anita Garibaldi Santa Catarina.
Dentre as histórias da região, fiquei surpreso em saber, que o momento que os idosos mais relembram foi o da segunda guerra mundial, no qual viviam esco
ndidos nos porões das igrejas e porões ocultos dentro de residências, pois tinham que se proteger do frio, e das tropas, que lutavam constantemente por território e por poder.
Foi muito interessante, conviver perto a perto com a cultura local. Provei os diferentes e indescritíveis pratos a venetiana ( região do Vêneto), os quais partem de um ingrediente principal os fungi ou cogumelos. ( com as constantes guerras eras os únicos vegetais que plantavam e não eram saqueados) os fungi são apresentados de diversas formas, como prato principal, como aperitivo e também em algumas pós refeições. Dos 10 dias na Itália vivenciei 4 na cidade e com o auxilio
de minha prima pude conhecer muitos lugares belos com grandes histórias. Saímos de Vicenza já com meus amigos juntos e seguimos nosso trajeto pela Itália. Viajando de trem e aproveitando todos os lugares aos pretendo contar nas próximas semanas . O mais novo e
inesquec
ível trajeto que fiz. ITALIA.
O percurso no Italia foi de 10 dias, e foi visitadas 8 cidades com belos lugares e imagens que parece pintadas a mão.
Saímos de Porto em direção ao Aeroporto Internacional de Bergamo em Milão, e assim que íamos chegando a vista ia se contemplando c
Se aproximando do Aeroporto, a cenário que víamos era os grandes parrerais de uva, e as belas propriedades italianas, com a cultura toda direcionada as técnicas
de vinicultura.
Chegando em Bergamo, pensamos que iríamos encontrar aquela dificuldade com o italiano, o que não ocorreu pois todos falavam inglês. Já por outro lado, saindo do Aeroporto, o negócio mudava. Já nem tudo ou quase nada entendíamos; com o dialeto Itali no norte da Itália, até o italiano que já é difícil para nós ficava mais difícil aind
Chegamos na estação de trem, por sinal muito certos os horários e totalmente garantidos, são geridos por tempo automático. Pegamos o trem saindo de Bergamo e seguimos para Vicenza, uma bonita cidade na qual a minha prima mora. O caminho é muito belo, com grandes montanhas e ao fundo os Alpes suíços, uma paisagem que parece que recordo agora que escrevo, aqueles rios claros, muito limpos, e ao fundo toda a beleza do lago de Garda, no extremo Norte italiano, todas aquelas belezas se traduziam em alegria, pois estava chegando na casa de minha prima, e como já estava mais
Foi muito legal chegar "em casa", pois me senti como se estivesse em casa. A cidade se chama Isola Vicentina, uma pequena cidade aos arredores de Vicenza (já maior com 130.000 habitantes). A cidade é toda murada, e medieval, pertencia ao monarca Lombard League e tem muitas histórias. Foi em Vicenza que encontrei a estátua memorial de Giuseppe Garibaldi, esposo da heroína de dois mundos a nossa Anita Garibaldi, a qual tem um cidade em homenagem a ela e a mesma cidade a qual sou natural. Anita Garibaldi Santa Catarina.
Dentre as histórias da região, fiquei surpreso em saber, que o momento que os idosos mais relembram foi o da segunda guerra mundial, no qual viviam esco
Foi muito interessante, conviver perto a perto com a cultura local. Provei os diferentes e indescritíveis pratos a venetiana ( região do Vêneto), os quais partem de um ingrediente principal os fungi ou cogumelos. ( com as constantes guerras eras os únicos vegetais que plantavam e não eram saqueados) os fungi são apresentados de diversas formas, como prato principal, como aperitivo e também em algumas pós refeições. Dos 10 dias na Itália vivenciei 4 na cidade e com o auxilio
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